As expectativas de aprendizagem nada mais são que a descrição de conteúdos e habilidades essenciais a serem desenvolvidos em cada disciplina, sendo prioritário que se observe criteriosamente como cada aluno progride ano a ano.
Se, no 1º ano o aluno precisa saber produzir um texto ditando ao professor, as metas para o ano seguinte devem necessariamente prever como avançar em relação a esse aprendizado, avançando na autonomia e reescritas de histórias conhecidas, e assim por diante.
O mesmo ocorre com Matemática: começa-se a ter contato, por exemplo, com tabelas simples no 1º ano para que o aluno chegue ao 5º interpretando dados de representações com dupla entrada e gráficos de colunas, barras, linhas e de setor, além de construí-los com conhecimento e segurança.
Quais competências leitoras são previstas para 2º ano? Como deve ser o texto de um aluno ao fim do 2º ano?
E quais são os conhecimentos matemáticos imprescindíveis aos alunos ao concluírem o 2º ano?
As respostas a todas essas perguntas constam em nossa Proposta Pedagógica.
Nela, listamos as expectativas de aprendizagem para cada disciplina, em todas as etapas do Ensino Fundamental.
As expectativas de aprendizagem nada mais são que a descrição de conteúdos e habilidades essenciais a serem desenvolvidos em cada disciplina, sendo prioritário que se observe criteriosamente como cada aluno progride ano a ano.
Se, no 1º ano o aluno precisa saber produzir um texto ditando ao professor, as metas para o ano seguinte devem necessariamente prever como avançar em relação a esse aprendizado, avançando na autonomia e reescritas de histórias conhecidas, e assim por diante.
O mesmo ocorre com Matemática: começa-se a ter contato, por exemplo, com tabelas simples no 1º ano para que o aluno chegue ao 5º interpretando dados de representações com dupla entrada e gráficos de colunas, barras, linhas e de setor, além de construí-los com conhecimento e segurança.
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Projetos Integradores
O Espaço Maker foi organizado para ser um ambiente em que professores e alunos criam, experimentam e compartilham soluções. Propõe-se desafiador, mas não exige conhecimento prévio dos participantes. Com base na Cultura Maker, o espaço é um convite ao protagonismo de novas ideias e criações, permitindo o desenvolvimento de competências como criatividade, autonomia e empatia.
Para isso o espaço maker oferece ferramentas digitais e tecnológicas, mas também, recursos mais tradicionais como marcenaria, eletricidade e sucatas.
A ideia de colocar a mão na massa para criar e fomentar soluções fundamenta-se nos 10 princípios do Manifesto Maker.
O Espaço Maker vai além do espaço físico e sua aplicação está voltada também às iniciativas pedagógicas. Em nosso contexto escolar, a educação mão na massa é o aluno sendo desafiado a explorar o que existe para além da sala de aula, ele realiza experiências e faz coisas no mundo real. A intenção é dar um propósito para além do conhecimento em si, pensando no que se pode articular e criar a partir dele.
Objetivamos que esses espaços desafiem o aluno a resolver e pensar sobre problemas que o cercam, como questões do Cooperar ou da nossa comunidade.
O Cooperar propõe um trabalho focado nas diferenças individuais e nas peculiaridades apresentadas pelas crianças e adolescentes em sua evolução.
Nosso cotidiano nos faz pensar sobre teorias, métodos e, principalmente, no Projeto Político Pedagógico desenvolvido, avaliando constantemente a eficácia de cada discurso em relação à dinâmica da escola.
Para o Cooperar, educar é fazer emergir as potencialidades da criança, de modo que ela aprenda a se posicionar, ser atuante e participativa.
Nessa perspectiva, um movimento em “espiral crescente” que avança, mas também retoma, revisita, em um constante ir e vir dos conteúdos.
Faz parte dos objetivos do Seminário a atuação da família que realiza a escuta e encoraja as diferentes aprendizagens.






Em cada atividade, verificamos como os alunos se relacionam entre si, se eles estão atingindo os objetivos esperados naquele momento e se houve algo que os atrapalhou ou confundiu na hora de executar a proposta, por exemplo. Com base no que foi detectado, criamos outras oportunidades para que desenvolvam aprendizagens e, mais uma vez, observamos se houve mudança no comportamento. Desse modo, é mais fácil entender de que maneira aprendem e detectamos quais são as reais dificuldades.
Tudo o que foi observado é registrado. Anotações, fotografias, vídeos e áudios de propostas realizadas na escola contêm informações a serem consideradas na hora de avaliar. Nosso registro é diário. Assim, percebemos o que o aluno já faz com desenvoltura e, então, lhes damos mais autonomia; também somos capazes de perceber no que ele se retrai. São situações em que é preciso intervir. Como o registro é feito com frequência, temos a chance de ajustar rapidamente algumas atitudes em prol da aprendizagem de cada aluno.
A avaliação é organizada e planejada com atividades realizadas ao longo de um determinado período. Ela não é apenas para mostrar aos pais, mas um instrumento que ajuda na construção de saberes sobre a aprendizagens e as necessidades do aluno. Ao olhar as atividades de um determinado período, podemos identificar no que houve evolução e no que o aluno ainda não encontrou um caminho. Para nós, a avaliação ganha sentido quando é utilizada para perceber o que o aluno sabe, mas também para que nós, professores, planejemos estratégias fazer para ajudá-lo a chegar ao objetivo de aprendizagem para aquele ano.
Existe uma diferença importante entre capacidade e habilidade.
As crianças são capazes sim! Seus filhos são capazes! Mas será que eles são hábeis? Nós possuímos capacidades de forma natural.
Por exemplo: nós temos a capacidade da atenção, da percepção, etc. As capacidades fazem parte de nosso patrimônio biológico e, até certo ponto, não precisam de aprendizagem para se desenvolverem. Já as habilidades são adquiridas por meio de instrução, por meio de exercícios e reúnem certas capacidades que são depois aplicadas a um material específico.
Por exemplo: tratando-se de leitura, nós sabemos que a habilidade que transforma uma pessoa em um leitor hábil é a de identificação automática de palavras.
Para adquiri-la, a criança precisa praticar uma série de atividades, uma série de exercícios de consciência fonológica. É evidente que as crianças só terão um alto desempenho em leitura adquirindo antes habilidade de identificação automática de palavras.
Para isso, elas precisam passar por uma série de atividades que lhes darão essa habilidade central para um alto desempenho em leitura.